«Podemos fugir de tudo, não de nós próprios»
Não é o silêncio que eu procuro.
Não é o vazio literal.
Aqueles momentos em que respiro
Finalmente não são o fim,
São apenas um início.
Tento freneticamente alcançar
Essa oportunidade; parar o
Tempo nesses instantes. Impossível.
Percebi que nesses escassos segundos
Consigo acumular a calma de que tanto
Corro atrás. Entendi, finalmente, que
Não é a ausência de som.
No silêncio vejo possibilidades,
Hipóteses. No silêncio há uma
Chance de tudo; também há o possível
Confronto. A realidade.
No espaço sem nada eu posso
Ter de pensar, reagir.
Sem abstrações, fico reduzida ao
Branco. À verdade; não é isso que procuro:
Não é a falta de humanidade,
Não é a vontade de esquecer por inteiro
Não...É a paz aguardada.
É a calma sólida que advém da dor
Penetrante (permanente), quando menos
Espero. Quero aprisioná-la de tal maneira,
Que me escorre por entre os dedos.
Não é o silêncio, ele já não me chega.
Não é o vazio literal.
Aqueles momentos em que respiro
Finalmente não são o fim,
São apenas um início.
Tento freneticamente alcançar
Essa oportunidade; parar o
Tempo nesses instantes. Impossível.
Percebi que nesses escassos segundos
Consigo acumular a calma de que tanto
Corro atrás. Entendi, finalmente, que
Não é a ausência de som.
No silêncio vejo possibilidades,
Hipóteses. No silêncio há uma
Chance de tudo; também há o possível
Confronto. A realidade.
No espaço sem nada eu posso
Ter de pensar, reagir.
Sem abstrações, fico reduzida ao
Branco. À verdade; não é isso que procuro:
Não é a falta de humanidade,
Não é a vontade de esquecer por inteiro
(sono profundo)
Não é a capacidade de me esconder do mundo.Não...É a paz aguardada.
É a calma sólida que advém da dor
Penetrante (permanente), quando menos
Espero. Quero aprisioná-la de tal maneira,
Que me escorre por entre os dedos.
Não é o silêncio, ele já não me chega.
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