15 dezembro, 2010

Zero

Fito sem cessar esta porta à minha frente.
Uma porta que me pode levar a qualquer lado, ou a lado nenhum, tudo depende de mim.
Mas o que é necessário é fazer alguma coisa.
Fito a porta que se abre apenas para me mostrar o vazio infindável, este vazio absoluto e invencível e estranhamente reconfortante que habita no meu ser.
Nem sempre a mudança é boa...

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